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24 Rés-do-Chão

24 Rés-do-Chão

Frozen by Disney

Frozen apresenta-nos a história de duas princesas muito diferentes; Elsa, a mais velha e Anna, a mais nova. O filme começa com as brincadeiras típicas de duas irmãs em tenra idade. Logo aqui, descobrimos que Elsa nasceu com poderes de Inverno, com os quais consegue manusear e criar gelo e neve, sendo que numa brincadeira de irmãs atinge Anna por acidente e a coloca em perigo de vida. Os seus pais vão à procura de ajuda para salvar Anna, o que acaba por mudar a vida das duas princesas.

 

Ao serem confrontados com o facto de que a sua filha mais velha não consegue controlar os seus poderes, o Rei e a Rainha, decidem isolá-la por completo do reino e Elsa, por se sentir culpada e um perigo, refugia-se no seu quarto e afasta-se da irmã. Anna não entende o porquê, já que as memórias da magia da sua irmã lhe foram retiradas como forma de a manter a salvo.

 

No entanto, quando os seus pais embarcam numa viaja e acabam por ser mortos por uma tempestade em alto mar, as irmãs ficam por sua conta, escondidas no castelo até ao dia em que Elsa atinge a maturidade e é coroada rainha.

 

De novo expostas ao reino, vemos um contraste entre as duas irmãs. Anna está radiante por finalmente sair da clausura, mas Elsa teme ser descoberta e pôr em perigo a vida de alguém.

 

É aqui que se dá um desencadeamento de eventos que levam Anna e Elsa à descoberta de si mesmas, do amor, amizade e traição.
Eu sempre gostei dos filmes da Disney, mas desde o Tangled que acho que subiram a um nível de excelência que não achei possível de igualar, mas depois apresentam-nos com o Frozen e não há palavras suficientes para descrever quão bonito é este filme.
O filme presenteia-nos com cenários e cores que é de deixar qualquer um de boca aberta, para não falar dos efeitos da magia da Elsa. Eu bem sei que é um desenho animado, mas não deixa de ter o seu encanto.

A Elsa é a minha personagem favorita. Tem uma magia incrível, mas o medo faz com que ela não a consiga controlar e se esconda dos outros e esconda quem realmente é. Quantas vezes não deixamos que o medo nos paralise e nos faça, a nós próprios, esconder dentro de quatro paredes? É uma excelente mensagem esta que a Disney tenta passar. 
Fiquei comovida quando vi a alegria da Elsa quando se sentiu, finalmente, livre para ser quem é e para usar a sua magia e fazer coisas extraordinárias.
A Anna é a princesa mais engraçada e caricata de sempre! A ingenuidade dela, mas ao mesmo tempo a sua determinação é refrescante e encantador de ver. Foi impossível não me rir com ela e não me sentir angustiada quando as coisas davam para o torto.
Foi bom ver duas personalidades tão distintas entre as irmãs e o efeito sobre cada uma de terem estado escondidas e afastadas.
Olaf, Anna, Kristoff e o Sven.
O Kristoff é o tipo de rapaz que todas as raparigas gostariam de levar a casa e apresentar aos pais. É aquele tipo de herói que não faz por sê-lo. Ele e o Sven fazem uma bela de uma equipa. E quanto eu não gostei daquela rena! Até fiquei com vontade de ter uma, qual não foi o encanto!
O Olaf merece uma parágrafo só dele! O Olaf é de morrer a rir! Mas tão querido e atencioso que dá vontade de dar aquele abraço que ele tanto diz gostar. E quando ele ajuda a Anna e diz aquela frase épica, é ver o meu próprio coração a derreter. Este boneco-de-neve foi a cereja em cima do bolo.


No Frozen, a Disney dá-nos uma mudança de cenário quanto ao desenvolvimento da história e devo dizer que me enganou tão bem! Com o Hans, eu fui totalmente apanhada de surpresa! Eu tinha lido algures que ele não era flor que se cheirasse, mas quando o vi pensei "mas que mal é que este rapaz tem? ele é tão querido!" Pois bem, Hans aquele soco foi bem merecido.

Foi bom ver que os papéis se inverteram um pouco e o príncipe, não é afinal tão dreamy as it seems. Mas enganou-me tão bem, ainda estou parva!
 Rainha Elsa
No final, posso só dizer que foi dos melhores filmes que vi este ano. Passa mensagens bastante bonitas e não o típico "precisa-se de príncipe que salve princesa em apuros, porque é demasiado frágil". Claro que há alguns clichés, mas esses clichés agitam o filme e dão-lhe o toque romântico a que todos esperam ter direito. Eu adorei e não tardará para me dar vontade de o voltar a ver e dizer olá à Anna, Elsa, Kristoff, Sven e Olaf.
Posso ainda acrescentar que foi perfeito para esta noite de Natal.
Aqui fica o trailer.

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